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Conceitos ​

Esta seção explica, em linguagem simples, os conceitos que aparecem quando você trabalha com o Bertrand e com IA em geral. Nenhum deles exige saber programar.

As páginas seguem uma ordem pensada para leitura: primeiro os fundamentos de como a IA funciona, depois as peças que compõem um agente no dia a dia, e por fim os conceitos específicos do Bertrand. Dá para ler em sequência, como uma introdução, ou ir direto ao termo que procura no menu ao lado.

Fundamentos ​

Como a IA funciona e quais limites dela explicam as decisões de design do Bertrand.

  • Modelo de IA: o motor de tudo, e os dois limites que importam.
  • Alucinação: quando a IA erra com confiança, e por que conferir sempre.
  • Prompt: tudo o que você envia para o modelo, e por que a qualidade dele importa.
  • Token: a unidade de medida do texto para o modelo.
  • Janela de contexto: a memória de trabalho da IA, e por que mais contexto não é melhor.
  • Agente: a diferença entre pedir um conselho e delegar uma tarefa.

As peças do dia a dia ​

O vocabulário do Claude Code, o ambiente em que o Bertrand roda.

  • Claude Code: o aplicativo onde tudo acontece.
  • Comando: instruções prontas que começam com /.
  • Skill: conhecimento empacotado que a IA consulta quando precisa.
  • Subagentes: especialistas que trabalham em paralelo.
  • Workflow: orquestração escrita em código, não decidida pela IA.
  • MCP: o padrão que conecta a IA a outros sistemas.
  • Plugin: o pacote que instala tudo de uma vez.
  • Hook: verificações automáticas que não dependem da IA lembrar.

Os conceitos do Bertrand ​

Sobre os exemplos

Muitas páginas usam exemplos do Kickoff Comercial, porque ele é o primeiro processo disponível no Bertrand. Os conceitos valem para todos os processos, mas cada área terá os próprios comandos, agentes e regras. Os nomes que você vê nos exemplos não são universais.